Tathiana Pedroso's Blog

pensamentos, educação e arte

mais cor de pele 24 de maio de 2011

Filed under: Arte educação,Pensamentos... — tathianacores @ 0:48
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arte não tem lugar… 23 de maio de 2011

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TRABALHO DE LETICIA KAMADA

62º salão de abril de fortaleza

 

Pigmentos naturais 16 de outubro de 2010

Sempre quis trabalhar com pigmentos naturais no papel. Trabalho com uma turma de um curso profissionalizante e me vi instigada a produzir tintas com eles. Como são de construção civil, trabalhamos com tinta de terra e tintas retiradas de temperos para comida.

Trabalhei com sonhos… Conversamos muito sobre sonhos inviáveis ou assustadores. Alguns colocaram sonhos que sonham de olhos abertos, outros sonhos de aventureiros. O mais registrado foi o sonho que amedronta e que está bem perto deles: a violência na periferia!

 

 

Educar pela história 5 de junho de 2010

Você já tentou mudar o mundo com gritos e ninguém te ouviu? Isso te deixou nervoso(a) e inquieto(a), trazendo uma sensação de impotência?

Através da educação acredito que posso mudar meu mundo. Sei que não é um trabalho fácil! Mas para ser um educador tem que acreditar no que faz e gostar do que faz. Me espelho em muitos educadores e um deles é o Roberto Carlos Ramos. Assisti ao filme “O contador de histórias” e me vi na luta do dia-a-dia de um educador diferente; com outras armas para mudar a educação do país.

Vamos que vamos, educadores do Brasil!!!

Para conhecer o site do filme CLICK AQUI

 

Tribo Omo 14 de agosto de 2009

Filed under: Pensamentos... — tathianacores @ 17:31
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Cores no corpo para identificar uma identidade, uma cultura, valores. Podemos achar “coisa de outro mundo”, mas é o nosso! Para eles essa forma é a beleza. E para a nossa cultura?

tribo omo

tribo omo

“As tribos do Omo.

Aos confins da Etiópia, a séculos da modernidade, Hans Sylvester fotografou durante seis anos tribos onde homens, mulheres, crianças, velhos, são gênios de uma arte ancestral.

A seus pés, o rio do Omo, à cavalo sobre um triângulo Etiópia-Sudão-Quênia, o grande vale do Rift que se separa lentamente da África, uma região vulcânica que fornece uma imensa palheta de pigmentos, ocre vermelho, caulim branco, verde revestido, amarelo luminoso ou cinza das cinzas.

Eles têm o gênio da pintura, e o seus corpos de dois metros de altura é uma imensa tela. A força de sua arte está em três palavras: os dedos, a velocidade e a liberdade.

Desenham com as mãos abertas, com a extremidade das unhas, às vezes com um pedaço de madeira, um colmo, um caule esmagado. Gestos vivos, rápidos, espontâneos, além da infância, este movimento essencial que procuram os grandes mestres contemporâneos quando aprenderam muito e tentam esquecer tudo.

Apenas o desejo de se decorar, de seduzir, de ser bonito, um jogo e um prazer permanente. É suficinte para eles mergulharem os dedos na argila e, em dois minutos, sobre o peito, os seios, o pubis, as pernas, nasce nada menos que um Miro, um Picasso, um Pollock, um Tàpies, um Klee…” (tradução do francês – Sônia Skroski)

Quer mais ver mais? Clik aqui Nesse site você pode baixar todas as fotos. Uma mais linda que a outra!

 

As coisas

as coisas

As  coisas  têm  peso,

massa,

volume,

tamanho,

tempo,

forma,

cor,

posição,

textura,

duração,

densidade,

cheiro,

valor,

consistência,

profundidade,

contorno,

temperatura,

função,

aprência,

preço,

destino,

idade,

sentido.

As coisas não têm paz.

(Arnaldo Antunes in “as coisas” Ed. Iluminuras 1993)

As coisas não têm paz, estão em constante movimentação pelo mundo interno e externo. Temos o direito de conhecer, ver e sentir. Sentir, ver e conhecer nosso corpo, nossos pensamentos, nossas possibilidades, vontades,…

Conhecer-se pelo contorno, volume, idade, valor. Perceber nossa aparência, as características, marcas, linhas, cicatrizes.

Ver-se dentro de um grupo(sociedade)  e reconhecer seu valor, sua consistência, para que esse grupo consiga movimentar-se.

Ter consciência do seu cheiro, da sua densidade, dos seus gostos.

Então, usamos a arte como meio para mostrar ao mundo nossas  reflexões. E é através dela que a forma, a cor, a textura, a temperatura, o sentido estão presentes e abertos para o mundo.